quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Aluna aplicada

Fui para o RJ e voltei. Coisas de família. No Rio de Janeiro, eu consigo ler o jornal de cabo a rabo, incluindo obituário e classificados. É como estar em casa e saber exatamente onde estão as coisas. Melhor ainda se fosse o JB. Mas, como sabem, o JB está só online. Comecei a analisar alguns lugares, algumas pessoas e situações. Deixei a dubiedade de lado bem como a minha condescendência. Assisti a programas eleitorais e o desenrolar do caso Erenice. Fica surpreendente a crença das pessoas que podem fazer e desfazer o contrafeito com a cara mais lavada do mundo e achar que ninguém vai perceber. É ter a minha inteligência açoitada, ou a mesma pura estupidez de outrém afinada em alta definição. O palanque para o senado do RJ tem gente demais, as alianças levam a apoios bizarros do presidente a um, da candidata do presidente a outro, do governador a outro, e todos querem o apoio inconteste em retorno. Mas esta Erenice, hem? Deve ter tido aulas com o Zé Dirceu.

Um comentário:

Raquel disse...

Oi, Marcos. Tudo bem?

Quanto tempo! Ter tempo para ler o jornal de cabo a rabo é muito bom, me dá aquela sensação de dever cumprido. Uma pena ter acabado o JB, seu comentário me lembrou dos meus últimos dias trabalhando lá, um mês antes de acabar o impresso. Realmente vai fazer falta um jornal como já foi o JB.

Quis dividir esse sentimento com vc.

Beijo grande.