segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Lembrei-me de você

Sabe quando as pessoas recomendam algo para você porque é a sua cara! era o que você estava precisando! não era isso que você estava procurando? Muitas vezes estas recomendações não significam nada. Conselhos, recomendações, sugestões são tão inúteis nesta nossa geração de incrédulos. Precisamos testar para acreditar, certo? Acreditamos fortemente no que cremos no âmago e no que já experimentamos - característica de nós nascidos nos anos 70. Nesta semana entregaram-me um artigo para ler porque presumiram que eu devia, para o meu bem. Passei os olhos. Apesar das melhores intenções, o texto possuía um trecho crítico que fazia apologia de algo eticamente questionável. Larguei o artigo de lado para me recuperar e dar um tempo para voltar para uma leitura mais apurada mais tarde. Durante algumas horas pensei o quanto eu pudesse estar defasado nas minhas crenças. É fácil se questionar por coisas triviais, mas é muito forte questionar crenças essenciais. Tolera-se o roubamasfaz, o puxasaquismo, a leidogerson. As pessoas podem ser muito lenientes. Quando voltei para ler com cuidado, minha crítica não mudou. O que é isso? O que é que isso companheiro? Meu estômago revirou. Eu quero minha retidão na vida - isto, ah isto, isto não mudo.

Nenhum comentário: