sábado, 1 de agosto de 2009

Até o fim do mundo

Assisto a Até o Fim do Mundo, do Wim Wenders. Quatro horas e meia de um filme atemporal que tenho curtido aos poucos, da cama, na telinha do IPod, sob o edredom. Ele me causa estranheza, mas daquelas que eu já sei porque. É porque me vejo também indodaquiprali fisica e metaforicamente. E vai tudo fermentando sem saber muito bem aonde vai dar. Vamos a mais algumas na sessões na esperança de que Wim vá me dar algumas respostas. Sr F sofre de problema semelhante e seu pai já lhe disse que ele vai se assentar quando se encontrar. Sr O corajosamente vaticinou que eu sou um free spirit, um lobo solitário que vai vagar pelo mundo. Assustador por um lado, atraente por outro. Não sei se deixo a poeira baixar ou se a mantenho no alto, nenhuma das duas me dá medo, só não sei o que escolher.

2 comentários:

Fernanda S. disse...

Talvez não seja necessário fazer uma única escolha e sim, misturar o assustador com o atraente e se tornar, talvez, encantador!
Beijossss

Flavia Melissa disse...

I LIKE FREE SPIRITS!

vem sendo mais do que minha batalha: vem sendo meu karma resgatado, meu contrato paa esta vida, minha idéia de felicidade.

estar em paz consigo mesmo... prá depois, sim, estar em paz com os outros... sejam eles quem forem!

paz, caquito!
te desejo PAZ!