domingo, 9 de março de 2008

Como assim?

Sou facinho de entender. Admiro a honestidade direta reta e concreta das pessoas. Encanta-me observar a gentileza e gratidão no trato de um com os outros. Felizmente ainda me surpreendo com a fidelidade. Quero muito as pessoas que falam as verdades olhando no olho - emitem uma aura de confiança. Quero participar da cadeia de solidariedade em que estas pessoas estão envolvidas. Já sinto as vibrações positivas do seu otimismo irresistível. Vamos ficar lado a lado numa tranqüilidade sem igual, sem entender porque podemos contar um com o outro. Vou ficar escutando as suas descrições do mundo através do seu olhar crítico, investigativo, perplexo, curioso. Não estou nem aí para quantos anos tem, seu sexo, aparência, sua fé, se é daquidalioudelá, da cor do seu corpo ou se seus cabelos são secos oleosos ou normais. Mas vou correr com todas as minhas forças dos aduladores. Que gente vadia, vazia procure seus iguais para copular. Farei minha caradepaisagem para os emocionalmente instáveis e imprevisíveis. Talvez ria internamente daqueles que têm um assunto só, antes de procurar por outros com, pelo menos, dois. Mesmo que seja difícil, procurarei esticar minha curta paciência para tolerar aqueles que culpam o mundo e incriminam o destino por suas mazelas. Terei poucas, se alguma, discussões com aqueles que querem ganhar tudo no grito. Vamos pedir piedade, Senhor piedade (valeu, Cazuza), para aqueles que genuinamente e ingenuamente pensam que vão enganar as pessoas todo o tempo.

2 comentários:

Fê Savino disse...

Devo dizer que também me surpreendo com os olhos-nos-olhos e com a fidelidade de algumas pessoas!
Queria que, não todos, mas a maioria fosse assim! Ou, pelo menos, pensasse e agisse de acordo...
Só isso...

Caco disse...

Entãotáentão, Fê!
Beijo.