sábado, 1 de setembro de 2007

Rocket Man (entrando na cápsula)

Existem umas melodias que parecem que já nasceram com a gente. She packed my bags last night pre-flight. Zero hour 9 a.m. And I’m gonna be high as a kite by then. E elas se tornam parte da nossa vida, tornam-se familiares, parecem que foram compostas ontem. I miss the earth so much I miss my wife. It’s lonely out in space on such a timeless flight. Será que a melodia altera o código genético das pessoas? De tal forma que uns gens do pai reunidos com outros da mãe formam uma proteína no filho que reconhece instantaneamente a melodia? And I think it’s gonna be a long long time till touch down brings me round again to find I’m not the man they think I am at home Oh no no no I’m a rocket man. Rocket man burning out his fuse up here alone. O cara do foguete, astronauta, fogueteiro, cientista espacial. Ele se posiciona no seu assento na cápsula e, na melodia, dá para sentir a força da gravidade no lançamento do foguete. Já lá em cima, tudo fica mais lento, mais frio. Mars ain’t the kind of place to raise your kids. In fact it’s cold as hell. And there’s no one there to raise them if you did. And all this science I don’t understand. It’s just my job five days a week. A rocket man, a rocket man. And I think it’s gonna be a long long time... A ciência é esquisita. Às vezes é melhor acreditar na melodia, na poesia.

Créditos da fotografia: Rocket Man (entering the capsule) Originally uploaded by berlintapes.

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