quarta-feira, 31 de maio de 2006

Reação

Ei, o que está acontecendo? Acho que estou sendo privado de alguma coisa... É - privado - taí uma boa definição para a situação atual. Puxa, logo agora nas férias em que a descarga de adrenalina foi reduzida, eu já estava ficando tão dócil, e este cara foi aprontar esta. Sim - descarga - A-ha. DOR. Enquanto não for acalmado novamente, esta será minha resposta. DOR. Sim, por que não? DOR.

Meu corpo começa a reagir à dieta. Deve durar 1 semana. No máximo, espero.

Tudo é possível

Eu estava com este post na mente desde domingo. Se não o escrevesse ia ficar louco.

Conheci o holandês Will em Villafranca del Bierzo no albergue de Jesus Jato - o Refugio Ave Fenix. Tinha chegado lá depois de uma caminhada razoável desde Ponferrada. A tarde tinha passado com uma cerveza com o Etienne e a Rosa por conta da Maddie. As conversas do dia giravam em como saríamos de lá em direção à próxima parada: O Cebreiro. Eu havia planejado ficar em Vega de Valcarce - bem no meio do caminho - e, a duras penas, já havia aprendido a não contrariar meus planos. De qualquer forma, sair de Villafranca seria o problema: o meu guia entitulava a saída como uma escolha: 'mala o peor' (ruim ou pior). Pois bem, as opções eram: seguir por uma estrada particularmente movimentada com caminhões (sempre o terror dos peregrinos) OU tomar um desvio por um caminho rural por sobre a montanha subindo inicialmente quase 1 km por uma rua muito empinada (camiño muy duro - solo para buenos caminantes). As duas começavam no mesmo lugar, depois da ponte. Descartei a estrada. Depois de 20 dias peregrinando o asfalto não me atraía mais, a tranquilidade do campo era minha vida. Na noite que antecedia a saída, Jesus fez o ritual com o Orujo e bebemos todos juntos. Fiquei mais um tempo na mesa comunitária tentando entender aquilo tudo (acho que o melhor que fiz foi absorver a atmosfera) e comecei o papo com Will sobre o assunto do dia: So what: mala o peor? Will havia escolhido uma terceira via: ia tomar um ônibus. Fiz a minha cara de ponto de interrogação (?). E eu não quis nem mesmo cogitar abandonar minha mochila para a subida até O Cebreiro! Ele, por sua vez, estava convencido de que não conseguiria chegar à Santiago em tempo hábil sem o ônibus. Não me conformei quando soube que a data estimada de chegada dele era praticamente igual à minha - naquele momento faltavam 183 km para chegar que seriam cobertos em 8 dias - e eu havia planejado fazer todos os trechos à pé! Ele me falou que eu só conseguiria porque era jovem. Lisonjeado (mas ainda ultrajado), disse que tinha 30 anos; e ele, ele havia acabado de chegar aos 40 em aparente boa forma! Não houve jeito, maneira ou forma de convencer aquele cara que ele conseguiria chegar à Santiago sem usar o ônibus ou qualquer outro artifício diferente dos pés; que ele conseguiria chegar à Santiago por ele mesmo.

No dia seguinte, ele acordou cedo e pegou seu ônibus. Eu acordei mais tarde, peguei a minha continuação (minha mochila) e iniciei o meu ataque à Galicia.

Tudo é possível para quem acredita, eu pensava. Tudo é possível para quem acredita, eu acredito.

segunda-feira, 29 de maio de 2006

A verdade nua e crua


Esta é a galera do PETA protestando contra o uso da pele dos ursos no chapéu da guarda da Rainha (detalhes podem ser vistos aqui). Interessante pela mobilização e a forma com que ela é feita.

Enquanto isto, na terra brasiliensis, situações muito mais graves acontecem, envolvendo o básico das nossas vidas e ficamos chocados. E só. Grau de mobilização zero. Hostilidade zero. Dóceis como os ursos canadenses. Prontos para serem abatidos e tornarem-se chapéus.

sábado, 27 de maio de 2006

Tapete da disciplina



Quando eu era pequeno eu tive muita disciplina, muita bronca, muita palmada. Não virei nenhum monstro quando cheguei na idade adulta tudo bem, tenho meus defeitos.

Criança mal educada é o fim da picada. Pior ainda quando associada a um adulto desorientado e irresponsável.

Acho que o ciclo dos pais laissez-faire laisser-passer está acabando. Confirma-se que não deu certo. Não digo que a fase da disciplina rígida dava certo. Digo, sim, que ambos extremos podem ser nefastos na criação.

Enquanto isto, a audiência sobe.

sexta-feira, 26 de maio de 2006

Um brinde ao ócio


Depois de 18 meses consecutivos no trampo, a partir de hoje calço meu chinelão para gozar dos meus bem merecidos 30 dias de férias.

Sem projetos, sem orçamentos, sem chefe, sem acordar cedo, sem hora para ir dormir, sem relatórios, sem precisar fazer a barba, sem ter que colocar a fantasia de engenheiro, sem reuniões, sem crachá.

Salut!
(Fotografia tirada aqui)

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Os Normais

"Não que eu tenha inveja de ninguém. Eu olhei no dicionário, não é inveja. Inveja é revoltar-se com a felicidade alheia. Eu não tô revoltada. Eu só quero saber por que tá todo mundo se dando bem e a minha vida continua esse cocô!!!"

Vani. Um clássico para estes dias de indignação.

terça-feira, 23 de maio de 2006

Hey now, hey now - don't dream it's over...

Passei o dia inteiro com só o refrão do título deste post se repetindo no meu ouvido. Enlouquecedor. É o velho Crowded House. Fora o refrão grudento, curto as estrofes em que o Neil Finn, com a pronúncia da rainha (tudo bem, ele é neozelandês), manda ver:
Now I'm towing my car, there's a hole in the roof
My possessions are causing me suspicion but there's no proof
In the paper today tales of war and of waste
But you turn right over to the T.V. page

Now I'm walking again to the beat of a drum
And I'm counting the steps to the door of your heart
Only shadows ahead barely clearing the roof
Get to know the feeling of liberation and relief

É velhaça (1987), mela-cueca, e gruda no ouvido. Mas é legal. Bloody timeless tune.

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Al otro lado del río

No início, até achei graça. Mas agora já acho que estamos indo para xenofobia, preconceito puro.
Já repararam o número de propagandas com os nossos hermanos do outro lado do Río de la Plata?

domingo, 21 de maio de 2006

O primo, o padre e o irmão

3 personagens de responsa: Basílio, Amaro e Maia.

Todos três têm uma canalhice contemporânea. É gente com a qual se confraterniza no jantar de final de ano da família, se cumprimenta na missa, lê nas colunas sociais. Podem sair lá do século XIX e vir bater um papo conosco no XXI sem maiores traumas. A conversa fica mais em sintonia quando é sobre o lado negro das almas deles - lá estamos nós.

sábado, 20 de maio de 2006

Jeca Tatu no agribusiness

Nesta semana fiquei parado na estrada durante o protesto dos agricultores no Paraná. Esta turma encheu o rabo de dinheiro com soja em 2002/2003. E continuou plantando horrores, ampliando áreas plantadas com soja, desesperadamente.

Já ouviram falar da Lei da Oferta e da Procura? O equilíbrio yin yang? Pois bem, um dia a vaca gorda emagrece. Não enxergar que os dias de fartura podem acabar leva a isto: uma quebradeira geral. Miopia causando perda de dinheiro.

Grandes proprietários adquirem esta miopia mas conseguem comprar óculos: rolam a dívida com o BB. É só chorar um pouco. Pequenos proprietários sofrem mais mas que procurem orientação de profissionais, que prestem atenção no sobe-e-desce inevitável das coisas. Deixemos de paternalismo - não podemos manter a cultura coitadinho-do-Jeca-Tatu ("símbolo de preguiça e fatalismo, de sonolência e imprevisão, de esterilidade e tristeza, de subserviência e embotamento" Rui Barbosa).

A propósito, não posso deixar de dizer que o Ministro da Agricultura é um equívoco, um acidente.

O significado dos nomes

Muito bem sacada a apresentação dos nomes dos mortos pelo crime bem organizado pelo Jornal Nacional (particularmente a seção da Neide Duarte). Números passam a ter rostos e famílias. Oportunidade para as pessoas caírem na real.

Ajuda também na pressão pela liberação dos nomes das pessoas que a polícia matou.

A Justiça é cega. Sempre é bom lembrar.

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Marie Antoinette



"Won't you please let me go? These words lie inside they hurt me so. And I'm not the kind that likes to tell you just what I want to do. I'm not the kind that needs to tell you just what you want me to. I saw you this morning I thought that you might like to know: I received your message and in a few days ago I understood every word that it said. And now that I've actually heard it you're going to regret. And I'm not the kind that likes to tell you just what you want me to. You're not the kind that needs to tell me about the birds and the bees. Do you find this happens all the time? Crucial point one day becomes a crime. And I'm not the kind that likes to tell you just what I want to do. I'm not the kind that needs to tell you. Ive lost you."

Age of Consent. New Order

Cortina de fumaça

O gerente de regulamentação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Bruno Carvalho Ramos, admitiu na tarde desta sexta-feira que a população pode sofrer as conseqüências do bloqueio do sinal de telefonia celular nos presídios de São Paulo e que, na prática, a medida pode não ser totalmente eficaz.

Ainda não entendi por que as operadoras de telefonia móvel deveriam ser responsáveis por bloquear sinais próximos a presídios. Por favor, cartas com explicações em comments. Eu detesto ter que limpar as cagadas dos outros, resolver os problemas que não sejam diretamente ligados a mim, principalmente quando, por mera conveniência, transferem a responsabilidade para a minha pessoa. Já tenho problemas demais, só meus, para resolver - quanto mais pegar o dos outros. Fico indignado quando vejo isto acontecer com os outros.

Acho louvável as ações preliminares das operadoras mas, francamente, eles não têm nada a ver com os fato dos celulares estarem em pleno funcionamento dentro dos presídios. Sem contar com o dano à população, impedida de usar o telefone nas regiões do presídio. Uma dano à operação de telefonia celular com efeitos inócuos (por vezes prejudicial) para a população como um todo.

Sou pragmático, simples, direto: façam garantir que os celulares não entrem nas prisões. Não precisa ser um rocket scientist para concluir isto. É irritantemente óbvio. É irritante como nada é feito neste sentido. É irritante viver sob esta cortina de fumaça.

domingo, 14 de maio de 2006

St. Barth

SP enfrenta 64 rebeliões e ataques deixam 52 mortos
O número de rebeliões no Estado de São Paulo, na maior ofensiva do crime organizado já registrada no país, subiu para 64. Pelo menos 132 reféns estão sendo mantidos sob o poder dos bandidos. Até agora, 52 pessoas morreram desde a noite de sexta-feira, quando começou a série de ataques. Entre os mortos, estão 35 policiais civis e militares, membros de guardas municipais e agentes penitenciários, além de três cidadãos e 14 agressores.
Primor de planejamento e execução. Poderiam montar um MBA de Gestão de Projetos. Orquestramento das ações cronometrado. Parece que estamos em Nova Iorque, Londres ou Madri. A polícia está desorientada. O governo mais próximo, sem força. O governo federal, ausente como sempre. E tudo isto por nossa culpa. Sim, minha e sua, que não estamos fazendo a nossa parte. Estamos agora à mercê da rebelião - ainda em São Paulo. Imaginem o potencial disto no Rio de Janeiro. Esperamos a nossa versão do massacre de São Bartolomeu.

sábado, 13 de maio de 2006

A bailarina atira pedras?

"Aquele que nunca pecou que atire a primeira pedra."
Jesus.

"Procurando bem, todo mundo tem pereba, marca de bexiga ou vacina. E tem piriri, tem lombriga, tem ameba, só a bailarina que não tem. E não tem coceira, berruga nem frieira, nem falta de maneira, ela não tem."
Chico.

Toda vez que eu penso demais nos meus defeitos tomara que não pense muito freqüentemente já que os defeitos são tantos, eu penso nestes dois caras.

Pequenas constatações depois de um dia de compras

Roupas de lojas populares só ficam bem em top models. Qualquer coisa fica bem em top models.
Restaurantes de praças de alimentações deveriam banir sinais sonoros que avisam que a comida está pronta para entrega. É prático, mas irritante.
A boa educação recomenda pedir licença, se desculpar quando esbarrar em alguém e agradecer depois de ser atendido. Vale também o estilo inglês quando ambos - quem esbarra e quem leva o esbarrão - dizem quase simultaneamente: "I'm sorry". Tudo bem, já estou exagerando.

Feliz dia das mães.

quinta-feira, 11 de maio de 2006

Anda na linha

Cash por Phoenix

Esquece a Reese e vá ver o Joaquin. Uma das melhores performances que eu já vi. Esquece o filme também - porque é superficial. Mas o cara faz uma tour de force.

Frases memoráveis

Memorable quotes:

"Never hate your enemies. It affects your judgment." (Michael Corleone @ The godfather)

"Jack, please, I'm only an elected official here, I can't make decisions by myself!" (Mayor @ The nightmare before Christmas)

"Ryder: God hates homos. Markelli: You're gonna come into my home and tell me God hates homosexuals? ...virtually endless silence... Elder Aaron: And the French. Ryder:[puzzled] God hates the French? Elder Aaron: Everyone hates the French. " (conversation @ Latter days)

"Gentlemen, you can't fight in here! This is the War Room. " (President Merkin Muffley @ Dr. Strangelove or how I learned to stop worrying and love the bomb)

"You wake up at Seatac, SFO, LAX. You wake up at O'Hare, Dallas-Fort Worth, BWI. Pacific, mountain, central. Lose an hour, gain an hour. This is your life, and it's ending one minute at a time. You wake up at Air Harbor International. If you wake up at a different time, in a different place, could you wake up as a different person?" (Narrator @ The fight club)

Lamento

Garotinho: ainda não foi desta vez.
Melhor sorte na próxima.

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Viajando na maionese

Divagações inconseqüentes:

Há um ponto da estrada após uma serra em que é possível ver pela primeira vez a cidade em que trabalho. Todas as vezes em que há neblina eu não resisto em pensar: se eu não posso ver a cidade é porque ela simplesmente deixou de existir! Portanto posso voltar para casa. Para cama. Adoro este pensamento.

Durmo e acordo. É quinta-feira. Se eu voltar a dormir, quando eu acordar de novo será que vai ser sexta-feira? Este é um pensamento muito legal para as sextas-feiras.

Estou deitado de bruços e com um lado do rosto sobre uma superfície plana qualquer. Se a força gravitacional deixasse de existir e o que estivesse vendo fosse o plano real, isto quer dizer que eu deslizaria pelo chão até a primeira parede que aparecesse? Dá para imaginar todos os objetos à minha volta caindo e rolando pelas quinas do chão - anteriormente vulgarmente conhecidas como paredes.

sábado, 6 de maio de 2006

Não quero crescer, mas tenho que crescer

Moda em estatística é o dado que mais repete na população. Quer dizer que a maioria da população está, por exemplo, se vestindo com o que aparece nas revistas? Me parece pouco provável. Se fosse verdade, as pessoas andariam muito esquisitas. Há tempos não folheio uma revista e fico feliz com as fotos, com as tendências propostas.
Com certeza é o reflexo do nosso tempo - zeitgeist. O espírito do nosso tempo, segundo o Google, está se interessando pelo seguinte:
  1. rebelde
  2. receita federal
  3. cesgranrio
  4. hello kitty
  5. dia da mulher
  6. slipknot
  7. páscoa
  8. avril lavigne
  9. carnaval
  10. corinthians
  11. bob marley
  12. palmeiras
  13. u2
  14. copa do mundo
  15. bandeira do brasil
As procuras feitas pelo brasileiro pode demonstrar uma volta à adolescência (1, 4, 6, 8) enquanto vive a grande responsabilidade como adulto declarando sua renda (2), procurando seu emprego (3), e curtindo velhos e novos ícones (11,12). Futebol é paixão nacional (10, 12, 14) e expressamos isto através do símbolo de união (15). Ele também quer entender o momento especial em que vive (5, 7). Me dá a impressão de um Peter Pan impelido ao envelhecimento.

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Vivendo para o fim de semana!



"Oh I've been working a week - I'm tired. Yeah, I've been working a week and I'm just living for the weekend. Hey, hey, I've got some money, I've just got paid.I've got some money and I can't wait. At 6 o'clock I'm out of here! Out there tonight is the night of my last got my name on. Run down my street Adidas on my feet: I'm on fire! Working all the time, work is such a bind. I've got some money to spend, I'm living for the weekend. When it gets too much I live for the rush.I've got some money to spend, I'm living for the weekend. Oh man, yeah, I've been working a week, I'm shot. Y eah, I've been working a week for what? Just living for the weekend. Ah shit, so my clothes are all counterfeit, so my name isn't on the list: 'No you can't come in, so go home boys!'. Slip 'round the back. Look at that: there's a crack toilet window. 'Drop to the floor! Cover us through the door! I'm on fire!' Working all the time, work is such a bind. I've got some money to spend, I'm living for the weekend. When it gets too much I live for the rush. I've got some money to spend, I'm living for the weekend. Can you feel it? Feel the pressure... rising... Pushing down on me, oh Lord! Pressure!Pressure!Pressure!Pressure!Pressure! Feel the pressure! Living for the weekend. Going out tonight, going out tonight - baby, you and I are going out tonight."
Hard-Fi

quinta-feira, 4 de maio de 2006

Variações sobre o mesmo tema #2

Duas ou três vezes me diverti muito tirando fotos das pessoas que tiravam fotos clássicas de coisas clássicas. Documentar o momento que era considerado único para aquelas pessoas tornou-se o meu momento único. Os coadjuvantes tornaram-se atores principais e os atores principais, molduras. Talvez eu publique outras do mesmo gênero depois...

Variações sobre o mesmo tema



terça-feira, 2 de maio de 2006

As quatro estações

Britânicos demonstraram estatisticamente que quem nasce na primavera ou verão tem maior propensão suicídio. Por outro lado, os esquizofrênicos suicidas nascem no inverno.

Eu nasci no Outono acho que escapei.

segunda-feira, 1 de maio de 2006

Blefe

O Garotinho em greve de fome. Espantosamente populista, deve estar pensando em provocar uma comoção nacional para sua manobra bocejo. Está numa condição delicada, com acusações pipocando aqui e ali. Todas elas confirmam sua notória tendência aos negócios. Vamos ver onde vai dar este blefe.

A cada dia rezo para que Deus ilumine os eleitores e os façam enxergar o naipe das pessoas que se candidatam. Tenho a esperança que a luz brilhe intensamente sobre nós eleitores e as coisas cheguem a bom termo até novembro por favor Senhor, por favor Senhor, não nos deixe passar por outra crise institucional, nem outro impeachment, nem deixe nenhum inepto ser eleito ou re-eleito...